Cor de pele? Isso não existe!

Muito embora tenha crescido no seio de uma família onde a descriminação racial, entre outras, fazia parte do quotidiano, esforcei-me por educar – primeiro e antes de mais, por me “reeducar”, uma vez que uma série de terminologias, porventura discriminatórias, faziam, “naturalmente” parte do meu vocabulário – os meus filhos para a não exclusão social, racial, religiosa, sexual, procurando transmitir que o respeito pelo próximo é fundamental, independentemente das diferenças.

Fiquei surpreendida – positivamente surpreendida – quando a professora da C se esforçou por ignorar os meninos que pediam lápis cor de pele: “Lápis cor de pele?! Não sei o que isso é.”

Na sala de aula da C, 2º ano, aprenderam que há tantas cores de pele diferentes, que não podiam eleger uma cor denominada “cor de pele”.

Parabéns Professora A.

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